Archive for category Paolo Umberto

Mobilize, Encante, Empreenda e Faça Acontecer!

Posted by on segunda-feira, 19 setembro, 2011

Nasceram: Dekdu e Dekpag!

Essas últimas semanas foram as mais corridas e intensas da vida de alguns empreendedores de GOIÂNIA, entravamos no escritório por volta de 07:00 horas da manhã, e só saiamos de lá, de 23:00 horas em diante, isso quando os porteiros do prédio não mais permitiam nossa presença, mas por que?

Entramos num intenso trabalho de “parto”, algumas complicações e muita ansiedade, onde às não exatas, 18:05 horas do dia 17 de setembro de 2011, lançamos nossas duas startups: dekdu e dekpag, ambas frutos de uma gestação de aprendizado, paixão, resiliência, adaptação e muita execução.

Empreender não é fácil, às vezes achamos que estamos sozinhos no mundo dos “sonhos” e que somos considerados “insanos” – não enxergamos a REALIDADE, a estabilidade, abandonamos nossos empregos por acreditar que viver “na corda bamba e por um fio” irá nos realizar pessoalmente e realizar outras pessoas.

Empreender não é apenas sonhar, ter uma idéia e querer realizar um sonho, mas sim absorver para si um espírito de paixão e muita resiliência, estar preparado para errar e aprender com os erros, estar preparado para ouvir mais Não que Sim, a exemplo de pessoas como Niklas Ezennstrõm (Fundador do Skype) que ouviu 26 nãos até ouvir o primeiro SIM.

Empreender é envolver as pessoas e fazê-las sonhar juntamente com você, e se conseguir alcançar isso, o sucesso será uma questão de tempo. Pesquise bastante, busque a inovação, fuja do rótulo que muitos lhe falarão: vocês estão reinventando a roda. Mostre o contrário, toda empresa nasceu de certa forma pela idéia de um empreendedor e então, você também pode alcançar esta glória. Se prepare para investir em você, na sua idéia, nas sugestões de seus parceiros, clientes, saia do “achismo”, as oportunidades estão por todo lado e até nas ameaças. EXECUTE!

Por isso aprenda a ouvir – principalmente os seus usuários – e leia bastante, adquira conhecimentos, estude Lean e outros assuntos de startups. Persiga por conteúdos de empreendedores ou blogs com ótimas dicas e experiências como: @mashable @startupi, @webholickers @ericnsantos @neigrando @pedrosorren @rafazatti (outro que está em Estado de Gestação total com também sua startup @ideiasme, @RobertoFermino @olhardigital e pessoas que te inspiram fazer a acontecer!

Ah e claro, FAÇA-NOS UMA VISITA, como somos uma Startup, ou melhor “duas”, PRECISAMOS MUITO DE SUA AJUDA, de seus feedbacks, estamos ainda melhorando nossos ambientes e em breve traremos mais novidades e divulgaremos os primeiros projetos e desafios que captamos junto aos nossos parceiros e clientes.

Queremos você conosco nesta caminhada, venha fazer parte de nossa história e o ajudaremos a executar suas idéias, seus sonhos com a maior honra e satisfação!

MOBILIZE, ENCANTE, EMPREENDA E FAÇA ACONTECER!


Copiar, Repetir ou Inovar – Dilema das Startups?

Posted by on domingo, 6 fevereiro, 2011

Ao ler o conteúdo online da revista Exame PME, deparei-me com o artigo: “É uma boa idéia copiar o modelo de negócio de uma startup estrangeira?”, do especialista em startups e Angel, Yuri Gitahy, da @Aceleradora.

Decidi compartilhar meu pensamento e que acredito que possa ser também o de centenas de novos empreendedores que estão buscando criar startups que consideram “inovadoras” ou copiar um modelo que deu certo e funciona no exterior.

Após a participação no evento do Campuseiros Empreendem da Campus Party 2011 e termos cometido um “fail” nesta, em apresentar a DekDu pela compreensão do Why (o por quê?) sem porém ter Inspirado a banca e ainda esquecer do What ou How (com ênfase no Modelo de Negócio) – vide Simon Sinek no TEDX -, percebi o tão importante é compreender a “realidade” daquilo que quer se desenvolver no mercado em que se espera atuar provocando “O DESEJO”, num país que ainda enxerga apenas “um pouco” o potencial dos empreendedores (a não ser que estes já possuem negócios de sucesso) e “bastante” o potencial do produto gerar receitas e ser escalável, mesmo com o mercado mostrando empresas que às vezes levam anos para conseguir o feito.

Dizer que está inovando é fácil, mas até que ponto a inovação se torna favorável num mercado tão competitivo e aberto a novos entrantes, onde investidores estão insaciáveis por repetições de negócios escaláveis e modelos já comprovados e testados la fora e o empreendedor deve repeti-lo com velocidade de forma a criar um novo mercado consumidor no seu país de origem?

É preciso estar preparado e encarar um verdadeiro desafio, mas principalmente identificar o rumo certo e sem titubear, mudar de trajetória se for preciso.

Percebe-se isso no atual cenário ou “infesto” das compras coletivas, e ainda tem mídia dizendo por ai que eles favoreceram a inovação na web brasileira e assim gerando maior atração do mercado externo. Fala serio! Dizer que o mercado de compras coletivas favoreceu a inovação no país é o mesmo que dizer que os investidores vão sair dando tiro pra todo lado.

É em cima desta reflexão, que vou tentar expressar minha opinião a respeito deste dilema das novas startups.

Copiar. Peixe Urbano copiou o Groupon? Ele se deu bem porque simplesmente copiou um modelo já testado la fora? Não, na minha opinião, o Peixe Urbano repetiu com sabedoria um modelo já comprovado mas criando uma “quebra de cultura” no Brasil, e por quê inovou? Porque criou um novo mercado consumidor, mudou a forma como as empresas podem vender mais e aumentar seus lucros com a oferta de “descontos em massa” para seus clientes. Assim seguiram o exemplo outros pioneiros em 2010, Clickon, Citybest e de repente, cabuum, centenas de novos sites de compras coletivas surgiram e surgem a cada dia (estes sim, aproveitam, copiam e acreditam que vão sobreviver no mercado, será?). Atualmente se tornou fácil criar um sistema de compras coletivas, basta usar um construtor. Mas cuidado, o mercado está num momento de aquecimento da economia e aberto a novos negócios, porém apenas os que souberem lidar com ele e se destacarem sobreviverão e serão poucos.

Repetir. Tornar viável e executar um modelo que funciona la fora, mudando paradigmas do mercado consumidor local. Do meu ponto de vista, isso é repetir, e como exemplo cito o case: a Barnesandnoble que possui como produtos a venda de ebooks, livros, da mesma forma que a Amazon, mas porque você nem deve ter ouvido falar nesta Barnesandnoble? E porque o nome, a marca Amazon está “fincada” em sua memória? Com certeza porque ela soube se destacar melhor, que apesar de possuir o mesmo modelo, a venda de livros / ebooks, enxergou a web não como uma “loja online” mas como uma plataforma para que consumidores pudessem trocar experiências e recomendações, enquanto que a Barnes acreditava que realizar a venda de produtos e fazer pesquisas de satisfação aumentariam suas vendas e lucro; a Amazon ganhou destaque, soube  encontrar o rumo e posicionou-se no mercado como líder global no seu segmento. Agora, no segmento de compras coletivas aqui no Brasil, é esperar para acompanhar quem será o líder, um dos pioneiros ou o centésimo site que copiou um modelo?

Inovar. Criar um produto ou serviço, ou melhorar um processo já existente, de forma completamente nova que ninguém antes pensou, abrindo um novo mercado ou segmentando um já existente. É possível? Saia do obvio. E inovação não é algo que precise de altos investimentos em tecnologia ou super poderes, mas a característica principal é a capacidade de OBSERVAR e RECONHECER NOVAS OPORTUNIDADES nos mercados já existentes.

O que estas e outras empresas pioneiras na web fizeram para sobreviver na época da Bolha? Foram inteligentes e perceptivas ao aproveitar a Inteligência Coletiva na rede, a mudança do padrão de comportamento dos usuários / clientes; o que o Facebook vem fazendo com maestria no momento atual e que nós da DekDu acreditamos que será nosso rumo.


DekDu selecionada para o Campuseiros Empreendem na CampusParty 2011

Posted by on quarta-feira, 12 janeiro, 2011


Após duas semanas de intenso trabalho e a oficialização com a integração da empresa como incubada  junto ao espaço da FUMSOFT, recebemos hoje a feliz :) notícia de que a DekDu foi selecionada para o Campuseiros Empreendem – um dos maiores eventos nacionais em Tecnologia do país, o Campus Party 2011.

A apresentação da DekDu está programada entre os dias 20 e 21 de janeiro de 2011.

Iremos com muita paixão realizar a apresentação do portal e seu modelo de negócios à população nacional, amantes da tecnoogia, apaixonados por novidades. Energia não faltará e você nosso usuário, cliente ou visitante ou aficcionadoo por tecnologia que acabou por destino encontrando nosso Blog está convidado para este mega evento a ser realizado nos dia 17 a 21 de janeiro de 2011.

Em 2010 foram mais de 6mil inscritos e 90mil visitantes nos estandes da EXPO promovida pelo Campus Party com patrocinio de grandes empresas nacionais, e para este ano estão previsto muito mais, então venha junto conosco acompanhar a magnitude do #CampusParty.

Já estamos trabalhando nas mudanças dos portais que em breve terá seus modelos de negócios segregados por unidades mas integrados em si (crowdsourcing, crowdfunding e socialcommerce) no conceito COOS – Comunidade Online Offline Social.

campusparty


Desafios para 2011

Posted by on segunda-feira, 27 dezembro, 2010

A DekDu, recentemente aprovada como empresa Incubada junto à INSOFT-BH – Incubadora de Empresas de Base Tecnológica em Informática – programa gerido pela FUMSOFT-BH – Sociedade Mineira de Software – que desde 1992 apóia e fomenta o surgimento de novas empresas inovadoras no triângulo mineiro e com destaque nacional, sendo de extrema importância para o desenvolvimento econômico do Estado de MG – , terá para os próximos 2 anos o desafio de criar soluções inovadoras e rentáveis de alto Valor Social e Sustentável.
Somos a PRIMEIRA MULTIPLATAFORMA GLOBAL a integrar no mesmo espaço os conceitos Crowdsourcing, Crowdfunding, Crowdcreation e Socialcommerce, em um ambiente em rede social interativo e flexível, customizável pelo usuário, que permite a qualquer pessoa criar um projeto desde a fase de concepção da idéia, formar um conselho com os melhores amigos ou profissionais para ajudar na elaboração, captar recursos financeiros de forma coletiva e desenvolver o produto / serviço final até a fase de comercialização.

Por meio da solução DekPag, que no atual momento encontra-se em fase de prospecção de parceiros e credenciamento junto aos bancos para instalação dos módulos de comércio eletrônico, o usuário poderá fazer doações para projetos, adquirir cotas em troca de benefícios (tangíveis ou intangíveis).

Parte dos valores das taxas cobradas serão reinvestidas de forma transparente em projetos na rede votados pelos próprios clientes do portal.

Para participar destes testes, basta estar cadastrado no portal e por meio da comunidade DekDu no site, solicitar um valor para testes que poderão acontecer até os primeiros 2 meses do ano de 2011, quando interromperemos para dar início a testes com valores Reais.


Empreender com #Crowdfunding é possível?

Posted by on segunda-feira, 6 dezembro, 2010

Este post é voltado em especial para os empreendedores, pessoas que empreendem por Oportunidade, por possuírem um sonho, uma nova idéia, mas não encontram maneiras de alcançarem seus objetivos e metas, devido à falta de coragem ou mesmo dificuldade em conseguir recursos financeiros, seja com a família, com amigos ou com a aprovação em processo seletivo em empresas de Venture CapitalCapital de Risco ou Seed Money – Capital Semente – com a apresentação de um Plano de Negócio que venha a demonstrar a viabilidade financeira do seu empreendimento.

Empreender com #Crowdfunding é possível? Quais são as iniciativas deste modelo no país?

Para compreender melhor o #Crowdfunding e a importância dele para o empreendedor, vamos fazer uma análise das modalidades de capital financeiro disponíveis para empresas e startups comparando os sistemas de Capital de Risco versus crowdfunding, seu alcance e cenário no mercado americano e brasileiro.

Capital de Risco é uma modalidade de investimento realizada por Fundos de investimentos (pessoas jurídicas) ou Angel Investor – Investidor Anjo – em empresas nascentes ou já em fase de colherem Lucros “gordurosos” em seus balanços.

Geralmente uma nova empresa, focando aqui as startups, que são modelo de negócios replicáveis e escaláveis diferenciando-se da empresa comum e em maioria do segmento de Tecnologia da Informação é quem mais necessita angariar este tipo de recurso financeiro, contudo para consegui-lo deverá passar por um criterioso e dificil processo seletivo, que para efeito de comparação parece mais concorrido do que um Vestibular em um curso como Medicina, Direito ou Engenharia.

Segundo dados levantados pelo 2º censo da Indústria brasileira de #PEVC – Private Equity e Venture Capital – realizado pela FGV, atualmente o Brasil possui cerca de 180 instituições de Capital de Risco, que de 2005 a 2009, no contexto do cenário do Empreendedorismo, alocaram cerca de R$ 36 bilhões (trinta e seis bilhões de reais) em 414 novos negócios mais os já investidos e apontados no 1º Censo, donde 70% dos recursos que foram investidos tem origem de empresas privadas – sendo em média 5% vindos de empresas de V.C, e 7% por meio da realização de competições de Planos de Negócios.

Interessante notar, que considerando que as startups ou empresas em estágio inicial, são os negócios que mais disputam estas competições, aproximadamente 1% do segmento de Tecnologia teve aporte desta modalidade de capital.

Assim como nos EUA, onde nos últimos 30 anos (conforme aponta a pesquisa GEM – Global Entrepreneurship Monitor – 2009), uma em cada mil empresas recebeu algum tipo de investimento de risco. O Fato é preocupante, pois se torna mais fácil ganhar um milhão de dólar na Loteria do que conseguir capital desta natureza. Apesar de poucas empresas nos EUA terem conseguido capital de risco nota-se o valor que estas representaram na economia do seu país, correspondente à 21% do PIB e a maioria em empresas de alta Tecnologia, totalizando U$ 2,9 trilhões que geraram mais de 12 milhões de postos de trabalho. Comparando os investimentos feitos em startups, em média nos EUA foram investidos U$ 4,2 milhões por cada startup contra U$ 420 mil dólares nas tupiniquins.

Uma alternativa que vem demonstrando ser eficaz e promissora para a obtenção de recursos financeiros a fim de viabilizar novos empreendimentos, é o modelo de negócio denominado de #Crowdfunding (para mais detalhes veja o post sobre o conceito publicado no Blog LabelDesafios ) ou Microfunding que conta com a participação em “massa” de pessoas realizando “investimentos” ou doações para financiar um projeto ou nova idéia e que tendem a revelar novas startups, numa modalidade onde o empreendedor não necessita participar nem concorrer aos exaustivos processos seletivos de Venture Capital ou Seed Money (não desmerecendo estes), e sim, conseguir apresentar com entusiasmo e feeling a sua idéia vendendo bem o seu Pitch.

Modelo este já comprovado e de sucesso lá fora, a exemplo de empresas como Kickstarter, Kiva, MyC4, GetInvolved que juntos nos últimos 2 anos movimentaram mais de U$ 200 milhões (duzentos milhões de dólares) em apoio ao empreendedorismo em projetos postados online.

Como na rede social que promete ser alternativa ao Facebook, criada por 4 jovens americanos que ao postarem a idéia no Kickstarter, com a meta de atingir em menos de 1 ano U$ 10mil, conseguiram cerca de 6mil doações com média de U$ 34 por pessoa, totalizando U$ 200,6 mil dólares, e recentemente o projeto Ipod que também atingiu mais de U$ 220 mil criando uma pulseira que transforma o IpodNano num relógio de pulso. Idéias estas que vem demonstrando a viabilidade do modelo de microfunding e ganhando repercussão mundial e também com destaque para empreendimentos sociais, como na Plataforma GetInvolved o projeto do jovem de 16 anos, Ryan”S Well Foundation que tem como mesmo nome a sua Organização, que como exemplo de vida, mostra que não é preciso de Inovação para fazer a diferença no mundo, mas sim, ATITUDE e PAIXÃO, e teve como mantra saciar a sede de milhões de africanos.

No Brasil as iniciativas em Crowdfunding são poucas ainda, alguns sitios como o Fair Place que funciona mais como uma comunidade online de micro empréstimos se aproximam, e Queremos.com.br, mas nos últimos meses vem sendo organizado um grupo pioneiro para discutir e difundir o modelo no país, o #Crowdfundingbr que também vem desenvolvendo um portal em código aberto com apoio de diversos profissionais do mercado.

O Grupo, e aproveito aqui para convida-lo a participar a fim de se manter atualizado neste novo conceito que promete muito para os próximos anos, conta com a participação de variados profissionais da área de investimentos, startups, competições de planos de negócios, entre empreendedores que já atuam nesta modalidade como SensoIncomum, Impulso.org, LabelDesafios e claro da própria #DekDu, que também entrará com tudo neste mercado com enfase em suas soluções de Plataforma de Projetos e de pagamentos online, DekPag que vem sendo desenvolvida exclusivamente para atender a essa nova realidade que ronda o cenário empreendedor no país.


DekDu – Inteligência Coletiva, Projetos, Talentos e Oportunidades

Posted by on terça-feira, 13 julho, 2010

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Inteligência ColetivaSegundo o filósofo LEVY, Pierre,  Inteligência Coletiva, infere que o conhecimento quando empregado em redes por um grupo supera os resultados do conhecimento individual, conceito que permite a edição e colaboração de trabalhos em grupo em tempo simultâneo. É uma teoria facilmente interpretada no axioma popular: “Duas Cabeças Pensam Melhor que Uma”.

A Plataforma de Projetos da DEKDU foi idealizada com aplicação da teoria de Inteligência Coletiva em sintonia com a “Lei de Unidades Coletivas” de UBALDI, Pietro (artigo escrito pelo Guilherme de Barros) que explica a divisão em redes organizadas e bem definidas que constroem a dinâmica de relacionamento e colaboração/cooperação no portal DekDu.

A própria DekDu nasceu da idéia de um Projeto, assim como todas as Startups, para se tornar realidade, e depois de algumas alterações no seu escopo inicial promove a divisão do portal em 4 Plataformas: Social, Comercial, Projetos e Edutenimento.

Os modelos atuais de Redes Sociais poderiam ser muito mais eficientes pois ainda “dificultam” a descoberta e aproveitamento dos talentos individuais e coletivos capazes de formarem de fato um tecido social inteligente. A busca na construção de redes totalmente distribuídas, ou seja, com centralidades frágeis, vai contra um padrão dos sistemas naturais que se organizam com centralidade, formação de famílias e individuação. Mas acreditamos que esta é uma fase de transição facilmente percebida quando analisada sobre a ótica de Prigogine em sua premiada Teoria de Estruturas Dissipativas e outras. Enfim, estamos nos adaptando a um novo modelo numa fase temporária de caos.

Na construção da idéia DekDu, trabalhamos com hipóteses de diversos modelos de negócios, errando e acertando, até acreditarmos ter encontrado o mais adequado e apto em atender a uma sociedade cada vez mais exigente, complexa e Prosumidora.

Empregando teorias sobre Administração, Gestão, Startups, Crowdsorcing – teoria que afirma que diferentes pessoas têm diferentes perspectivas sobre um mesmo tema, o que ajuda a inovar melhor, mais rápido e com custos menores – entre outras, vimos que tudo que estamos fazendo não teria sentido para nós se não disponibilizássemos uma Plataforma capaz de permitir o “trabalho” em grupo em prol da criação de novos produtos, serviços por meio de idéias inovadoras concebidas pelos próprios usuários no Portal, onde todos que se interessarem pela Plataforma, tiverem uma idéia que apresente diferencial e traga benefício para a sociedade, seja pessoa física ou jurídica poderão de forma Colaborativa, se aproveitando do próprio network criado na rede a fomentar idéias e projetos (worknets).

A Plataforma de Projetos da DekDu visa criar uma experiência nova e prática incentivando a construção e o desenvolvimento de idéias em 5 Fases : Concepção da Idéia e Formação do Conselho(1); Pesquisa e Viabilização(2); Detalhamento e Desenvolvimento(3); Avaliação(4) e Controle(5), integrada a um ambiente de sitio de relacionamento com solução em meios de pagamentos online e sistema de Lojas (Plataforma Comercial – na qual falaremos mais adiante nos próximos posts).

Projetos

O emprego correto da Inteligência Coletiva permite disseminar talentos e agregar valor em projetos criados,fomentando reais oportunidades e conselhos multidisciplinares que guiarão o andamento dos recursos financeiros captados e servirão de mentoreamento para uma gestão eficaz e eficiente da execução das atividades do Projeto relacionadas às suas demandas.

Resultados esperados:

- Permitir captação de recursos financeiros por meio da oferta de cotas dos Projetos pela adesão a idéias e soluções inovadoras de interesse social e comum avaliando os mesmos quanto aos graus de interesse, classificação e valores oferecidos;

- Trazer os usuários de sítios de relacionamento e empresas para o uso do ambiente colaborativo proporcionado pela DekDu incentivando a troca de experiência e descobrindo novos talentos com o uso de ferramentas inovadoras;

- Fomentar um processo de educação continuada por meio da Plataforma de Edutenimento,  a partir da troca de experiências multidisciplinar entre idealizadores, colaboradores e endossantes do(s) Projeto(s);

- Criar um forte relacionamento social e profissional que possa de forma colaborativa e racional dar respostas às diferentes demandas de uma sociedade heterogênea.

Caso queira colaborar, questionar, sugerir, comentar, indicar especialistas e / ou patrocinadores para os projetos, ajudando naconstrução de novas idéias e fomentando um espírito empreendedor, então não deixe de adicionar a Plataforma de Projetos quando criar sua conta, e no que precisar a DekDu estará à sua disposição.

Painel Projetos

Clique na imagem para ampliar


Relação entre Astúcia, Desenvolvimento e uso de Redes Sociais

Posted by on sexta-feira, 2 julho, 2010

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Com o freqüente surgimento de novos sítios de relacionamentos focados por nichos de interesses nota-se que poucos agregam de fato valor às pessoas no bom uso e emprego de ferramentas web e oportunidades oferecidas.

Na verdade, em cerca de 80% (oitenta por cento) das funcionalidades que oferecem, o usuário se torna um coadjuvante de um modelo fixo do negócio, preso aos recursos e ferramentas disponíveis conforme uma linha do tempo de desenvolvimento, isso quando estas empresas lançam novidades, às vezes levando cerca de anos para apresentar algo novo e de interesse social.

Mas você já parou para pensar, que infelizmente nós, usuários superconectados ou exploradores somos apenas considerados uma “mercadoria de tráfego” sem relevância do potencial que temos ou possamos revelar criando apenas fluxo de cadastros e pageviews e enriquecendo cada vez mais de forma questionável este segmento.

No que realmente o modelo atual de Rede Social se torna útil para a Sociedade? Quais os valores sociais que podemos considerar relevantes promovendo inovações para a melhoria das condições de vida e/ou progresso da sociedade?

As pessoas no geral possuem condições reais de se destacarem no mercado com o uso de redes sociais, ou não, devem é tomar cuidado com suas ações nelas? O que as pessoas podem ganhar no contexto tangível e intangível com o bom uso das Redes Sociais?

Presenciamos a cada momento a inserção de novos modelos, alguns questionáveis pois apenas apontam a geolocalização das pessoas numa time line de contatos,o  que óbvio, é um benefício real apenas para as Empresas (que vivem de anúncios e propagandas para venderem seus serviços) e serve de Entretenimento para o usuário comum, outros modelos incentivam a prática de venda “subentendida” das informações pessoais a terceiros em troca do uso de ferramenta de atualização de atividades, contatos, e compartilhamento de conteúdo, tem ainda os que apenas servem para dar bom dia, boa tarde, boa noite e o que você está fazendo, pois na prática no meio de um pouco de informação considerada importante o resto se perde na linha da conversa fútil.

É difícil agradar a todos, mas é necessário valorizar o bem mais valioso de empresas de sítios de relacionamentos e network profissional, o usuário e não apenas enxergá-lo como fluxo de trafego tendo certeza de investimentos a serem captados e realizados.

Então quem realmente domina este Mercado nos dias atuais, infelizmente não é quem oferece a Qualidade e valores para uma sociedade, mas aqueles que detém a maior fatia de Pessoas cadastradas – não importa se reais ou fakes –, é simples perceber isso quando paramos para pensar e fazemos uma análise crítica sobre o interesse de cada um nas redes sociais.

Qual a real diferença entre Orkut, Facebook e Myspace? O que você ganha de verdade utilizando apenas funcionalidades de relacionamento social e encontrando seus amigos online? Destaque? Popularidade? Fama? Conhecimento? Risco à invasão de sua privacidade? Horas e horas de bate papo? Uma ou outra oportunidade de emprego?

Um universo de talentos trancafiados num Sistema dominado pela astúcia sem existir uma conexão entre idéias e oportunidades de empreendê-las.

Não queremos transpor uma imagem de que as redes sociais não são úteis e apenas tempo perdido, ao contrário, elas são muito úteis quando bem aproveitadas porém o uso delas se torna importante quando as pessoas e empresas percebem os reais valores além das funcionalidades básicas de relacionamento social.

Nesse sentido a DekDu visa criar uma proposta OUSADA, de oferecer o que as Redes oferecem mas sempre valorizando e pensando  principalmente no usuário permitindo a este um processo de iteração e crowdsorcing, fazendo uso da Tecnologia de Inteligência Coletiva em prol de um caminho para revelar Talentos e oferecer oportunidades reais de desenvolvimento humano e progresso social com valores aceitos por todos.

É isso e muito mais que a DekDu visa propor, e a partir deste momento iremos começar a criar artigos demonstrando o diferencial deste Projeto com suas funcionalidades, conceitos e modelos voltados para pessoas dispostas a quebrarem paradigmas em benefício de uma Comunidade Online Offline Social – COOS.


Empreendendo a liderança

Posted by on segunda-feira, 14 junho, 2010

Aproveitando os artigos escritos pelo Guilherme, vou tentar conduzir os empreendedores de primeira viagem na interpretação de uma Liderança guiada pela busca da FELICIDADE nos negócios para aplicá-la em prol da construção de uma inteligência coletiva.

O empreendedor não deve confiar que apenas tendo uma boa ideia e sendo capaz de materializá-la conseguirá fazer sucesso sem saber lidar com as diferenças e não respeitar os valores de cada indivíduo, indo além das capacidades técnicas e gerenciais de sua bagagem acadêmica.

Empreender a liderança visa mudar a forma de agir e pensar das pessoas, e, antes de provocar uma mudança, o líder deve identificar e conquistar seguidores que o apoiarão na construção de uma liderança bem sucedida e assim será mais fácil persuadir um grupo sem causar “incêndios” no ambiente de trabalho.

O líder precisa ter uma visão clara e diferenciada do que está à sua volta, mas também deve estar sempre atento às ações que não estão visíveis a olho nu, porém são previstas pela sua capacidade de perceber e antever problemas.

O líder não apenas tem uma inteligência de perceber as coisas, mas de identificar o valor delas para serem aproveitadas ou dispensadas.

Para alcançar uma boa liderança o líder deve considerar os membros do seu grupo como pessoas dotadas de habilidades e inteligências diferenciadas, algumas ainda não exploradas e deve sentir tudo isso administrando cada diferença com respeito e valoração, projetando o futuro de seu grupo compreendendo o passado, a história de vida de cada um.

As empresas estão em busca de profissionais flexíveis que pensam e que tem capacidade de tomar decisão com sabedoria e rapidez.

Cada um de nós tem a tendência de possuir algum dom, alguns porém, por não conseguirem entender dentro de si seus pontos fortes, não descobrem seus potenciais. Caberá ao líder procurar descobrir em seus seguidores estes dons a fim de despertá-los e assim melhorar os resultados da organização.

Avaliar temperamentos e saber desfrutar ao máximo os potenciais das pessoas, como também proteger-se das influências negativas, diferenciam um verdadeiro líder de apenas um ser que lidera pelo autoritarismo, medo ou imposição.

O líder de sucesso deve ser inteligente para decidir e discernir entre o certo e o errado, conhecer bem as pessoas é manifestação da inteligência, bem como saber diferenciar as verdadeiras intenções.

A personalidade é muito importante para que um empreendedor torne-se um líder de sucesso, personalidade é a construção consciente, intencional e permanente do comportamento do sujeito nas interações com seu meio ambiente sociocultural. Para sobreviver no mundo dos negócios o líder precisa usar seu instinto com astúcia.

Deve ter segurança nas decisões que toma e compreender que o ato de executar uma autoridade justa nada tem a ver com autoritarismo.

Além destes atributos, o empreendedor dotado de inteligência ideativa torna-se capaz de produzir argumentações e processos que visam transformar ideias em verdadeiras oportunidades e para atingir o sucesso deve acreditar naquilo que faz e fazê-lo com amor e dedicação, para contagiar os que o cercam e desta forma obter sua liderança.

O líder deve possuir uma inteligência capaz de articular ações, agindo com astúcia na construção de uma unidade coletiva que formará grupos felizes e sinérgicos.

Agir significa constituir a presença operante de uma liderança complementada por habilidades sociais, no seu espaço, no mundo, e com os outros; construir confiança em seus relacionamentos interpessoais, superar limites, revelar habilidades frente a problemas; assumir e gerir riscos calculados (que podem ser mensurados, controlados e avaliados), ir além do possível aos limites do impossível.

A liderança pode ser aprendida, mas ela precisa ser conquistada para envolver as pessoas num mesmo ideal.

http://www.pirelliclubtruck.com.br/revistaclubtruck/revista/truck13/imagens/gestao_01.jpg

O PROBLEMA DA COMUNICAÇÃO NAS STARTUPS

Posted by on quinta-feira, 3 junho, 2010

QUEM NÃO SE COMUNICA, SE ‘ESTRUMBICA’

“Quem não se comunica, se estrumbica”. Um axioma popular clássico ainda válido nos dias atuais. As empresas, organizações e dando ênfase aqui para as startups, que o digam, pois passam por problemas constantes gerados pela comunicação e, apenas quando já é tarde percebem a dificuldade para solucionar a questão tentando compreender porque as pessoas ouvem e transmitem somente o que lhes é de interesse, ou nem sempre conseguem compreender o significado das informações que lhe são transmitidas.

Nesta turbulenta era da informação nos deparamos com o problema da comunicação nas empresas, tanto em seu ambiente interno quanto externo, o que tende a gerar uma série de trade offs. Memorandos, Pauta de reuniões, Ofícios, documentos e mais documentos, tudo tem que ser por escrito e com registro em cartório, porque o ‘diz que disse” não prevalece mais, aliás quando de fato isso prevaleceu?

Pessoas dizem as coisas e depois dizem que não disseram, ouvem sem mais se lembrarem daquilo que ouviram, e negam ‘na maior cara dura’ que não foi aquilo que foi dito ou pedido, ou que não entenderam da forma correta. Ou ainda pior – “Eu esqueci!“. Pasmem com o aborrecimento de quem precisasse concluir uma tarefa dependendo de que a informação chegasse clara e nítida no seu destino.

Foi-se a época em que as mensagens eram enviadas pelos pombos correio, ou pelos leais mensageiros! Vive-se num mundo tão “hitech” que nem mesmo com as melhores ferramentas disponíveis as pessoas conseguem se comunicar, mostrando que nem sempre métodos inovadores são a solução para alguns problemas.

É preciso identificar as falhas antes de apontar um culpado

Quase sempre que buscamos transmitir um conceito a alguém para este repassar, nos deparamos com a questão da preocupação ou transparência daquilo que queremos transmitir a outro.

A teoria diz que, para toda comunicação há um transmissor, que é quem vai definir a mensagem e um receptor – o que vai receber a mensagem. Se a mensagem não for passada corretamente, acontecem os boatos e aí iniciam-se os conflitos.

Os gestores precisam identificar onde estão os boatos, procurar se houve erros pelo transmissor (muitas das vezes, eles mesmo) e se não, porque o receptor não conseguiu captar a mensagem. Culpar, “jogar na cara” ou rebelar-se não é a solução ideal para evitar os trade offs, ao contrário, o receptor se sentirá cada vez mais intimidado, provocando assim conflitos em seu espírito de percepção.

Talvez o transmissor não conseguiu passar bem a mensagem, e então este deve assumir a sua culpa e reparar eventuais transtornos que provocou, ou mesmo o receptor não soube captar, ai o Gestor deve se perguntar: “…Será que esta é a pessoa ideal para receber a tal mensagem?” Ou o problema estaria no boato provocado devido a mensagem ter se dispersada pela hierarquia da empresa?

Quais são as causas que provocam falhas na Comunicação.

É fácil notar que quando uma mensagem passa por várias pessoas, e solicitarmos depois a sua interpretação, verifica-se que a versão final raramente será a mesma da original. As dessemelhanças são tantas que por vezes as versões contadas sobre a mesma mensagem chegam a parecer tão absurdas que tendem ao inverso do que foi definido.

Infelizmente, para as pequenas empresas, em especial as startups, isso ocorre com freqüência, talvez por não acreditarem no potencial das ferramentas de gestão e quererem agir com intuição ou soberania em defender o status quo.

Os “recém” empreendedores tem dificuldades para absorver e significar informações mais complexas, a exemplo de processos de funding, aporte em startups que se a comunicação não for bem clara e interpretada de forma técnica,  o que pareceria ser uma solução pode se tornar num mega problema gerador de gargalos, e conseqüentemente incorrerá em mais custos e prejuízos para o empreendedor.

Quando uma mensagem não é bem elaborada com margens a ser mal interpretada, ela vai provocar diversas falhas, seja pela linguagem utilizada, pelo canal escolhido para transmiti-la e pelo receptor, talvez não adequado.

Se você sabe que determinada pessoa sempre deixa as tarefas para depois, ou esquece, ou raramente consegue extrair conteúdo de uma informação, por quê continua insistindo em comunicar suas mensagens com um “esquecido de carteirinha”, que mal sabe interpretar. Isso é comum em empresas novas / pequenas, cuja liderança não é bem resolvida e persiste um ambiente desorganizado.

Como transmitir a Mensagem Ideal?

A verdade é que transmitir uma mensagem correta parte de aprender o significado de sua ‘intenção’, como repassar uma mensagem dentro do seu contexto sem perder seu conceito.

Deve-se evitar escrever uma mensagem com uma linguagem que somente o transmissor compreenda, não pode prevalecer o seu desejo individual ou intelectual, que às vezes nem sempre é consciente para quem recebê-la. Afinal, estamos lidando com pessoas, portanto, com a individualidade do inconsciente de cada uma delas, e mesmo sem perceber, tudo está vulnerável a esta determinante que pouco conhecemos: ‘o inconsciente do indivíduo’.

Dicas:

- Utilize uma informação mais técnica apenas quando tratar com profissionais que entendam uma linguagem mais subjetiva  (como um médico ao receber um prontuário preenchido por uma enfermeira para fazer o receituário do paciente, ou um arquiteto que precisa apresentar os problemas encontrados numa obra para um engenheiro);

- Jamais comunique-se como Engenheiro para com um pedreiro, para isto existe o mestre de obras, leve a informação até o seu canal ideal;

- Se não possui letra legível, não é adepto de meios eletrônicos, tem preguiça de escrever, peça alguém para redigir para você a mensagem, mas acompanhe e revise;

- Escolha bem qual o canal (email, carta, mensagem…entre outros) e quem será o receptor da mensagem;

- Adeque-se ao nível de conhecimento do seu receptor, coloque-se no lugar do outro;

- Se você for o receptor e estiver lidando com uma linguagem mais técnica, não tenha medo e nem vergonha de pedir ajuda, se for um “term sheet” ou um documento de “diligence” não pense duas vezes, contate um advogado ou profissional da área;

- Enfim, se você é novo na parada, não tem recursos, mas tem contatos e clientes, crie um blog, perfis em redes sociais como twitter, facebook, Orkut, mas acompanhe, seja responsável e comunicativo, responda a todos sempre que puder, não prometa o que não possa fazer;

Além dos conflitos internos e externos que podem ser originados por falha na comunicação, até a sua saúde poderá ser afetada, como stress, noites mal dormidas, cansaço, alimentação inadequada, distúrbios emocionais, incitação a vícios, acúmulo de trabalho e todo tipo de coisa ruim que pode prejudicar sua qualidade de vida, além de serem fatores que tendem a fragilizar o seu psico-social, surgindo déficit de atenção, falta de memória, entre outros sintomas, o deixando vulnerável a reincidir nos mesmos erros.

Que nem dizia Karl Albrecht: Saber se expressar e cultivar as boas relações sociais é a chave para sua ascensão profissional, procure seguir este conselho, desconfie primeiramente de você mesmo, não se ache o dono da razão, e, tudo que transmitir não custa nada deixar por escrito e assinado, salvo em algum lugar (seja no arquivo da sua sala, escritório, PC, e até num pen drive, por que não? É melhor um trabalho inicial do que ter que refazer todo um processo) e se possível peça para alguém assinar como testemunha.

Não se estrumbique mais, comunique-se!


O Modelo de Compras Coletivas

Posted by on quarta-feira, 2 junho, 2010

Recentemente foi publicado em diversos canais de comunicação como o ReadWriteWeb Brasil a tendência das startups brasileiras que tem como modelo de negócios Compras Coletivas ou mais conhecido nos EUA como Groupon.

É um modelo que conquistou os norte americanos, e vem aos poucos buscando espaço no cenário brasileiro, onde o sitio corre em busca de parcerias, especialmente nas áreas de serviços e alimentação, por descontos oferecidos por estabelecimentos quando se é realizado compras em grupo.

O modelo em questão funciona de forma muito simples. No sitio é lançada uma promoção, por exemplo de um Restaurante que tem seu preço avulso “A La Carte” de R$ 50,00 (cinquenta reais) por R$ 10,00 ao Lote fechado de 100 pratos, quando se tem uma procura em massa, e se o lote fechar, a promoção é encerrada podendo o participante imprimir o cupom (que dá desconto ao local) e/ou o retirar no próprio estabelecimento desfrutando desta saborosa experiência.

A La Carte

Nos EUA segundo pesquisa publicada recentemente no site pelo próprio Groupon http://www.grouponworks.com/demographics o maior número de assinantes vem do público de genêro feminino, com nível de escolaridade de 50% bacharéis, o que demonstra um público bem segmentado.

Esta tendência impactou de forma tão impressionante que uma recém lançada Startup brasileira – Clickon – anunciou dias atrás o aporte de funding realizado por investidores alemães no valor de R$ 17 milhões (dezessete milhões de reais) na primeira rodada, o que colocará em prova o  modelo no país.

Detalhe que com apenas 1 mês de lançamento, sem mesmo ter projeções de resultados ou faturamento, mostrando assim que o atual mercado brasileiro de Internet está quente.

Gostaríamos de saber qual a sua opinião quanto a este modelo, se você acredita que isso é apenas uma tendência passageira ou não, em razão do comportamento de “fases” dos brasileiros que logo podem cansar a medida que vão surgindo mais opções no mercado.