Archive for category Tendências

Road Map para Inovação Aberta – Parte 1

Posted by on quinta-feira, 13 outubro, 2011

Etapa 1 – Avaliação

A inovação acontece de muitas formas, analise onde sua organização está hoje e para onde ela quer ir.

▪             Modelo fechado interno – departamento de P&D e com considerações do Feedback  de consumidores;

▪             Modelo Aberto Coopetição (B2B) – Clusters, Joint Ventures, Co-branding, Consórcios de Importação e Exportação;

▪             Modelo Aberto ColaborativoProduções em Rede: Comunidades de Práticas e Interesses, P2P, Conhecimento Coletivo –  Ações Colaborativas: Crowdfunding, Comunidades de Causas, Compra Coletiva, Consumo Colaborativo, Comércio Social;

▪             Modelo Aberto Co-criação – Cloud Labor, Criatividade Coletiva, Inovação com Foco no Consumidor, Gestão de Ideação e Inovação;

(O nosso Road Map focará nos modelos de Colaboração e Co-criação)

Etapa 2 – Estratégia

Defina o foco do projeto segundo as variáveis:

▪             Área de Colaboração

◦             Inovação, Desenvolvimento de novos produtos, design de produtos (innocentive, BoC, threadless, mutopo);

◦             Melhoria e aperfeiçoamento de Portfólio (P&G vocalpoint);

◦             Produção digital e física (poptent, quirky);

◦             Avaliação de idéias, produtos, serviços, conteúdos, etc (ahhha, idéias);

◦             Propaganda Criada pelo consumidor (zoopa)

◦             Propaganda P2P, Marketing Viral (youtube, facebook);

◦             Venda P2P (sellaband);

◦             Suporte ao Consumidor

▪             Escala de Colaboração

◦             Segmentos Alvo (Tático): idioma, incentivos, regras do ganha-ganha;

◦              Escala de Contribuição: variedade e extensão de alternativas as pessoas devem ter quando contribuindo com idéias e soluções

▪             Profundidade da Colaboração

◦             Dimensão da concessão de informações estratégicas, visão e controle de seus processos ao seus clientes.

E alinhe os objetivos de acordo com:

▪             Metas Corporativas;

▪             Valor e Preferências do Consumidor;

▪             Estratégia e Cultura Organizacional;

 


“Crowd open for business”

Posted by on quarta-feira, 5 outubro, 2011

Inaugurando a nossa conversa, vou falar sobre a evolução do comportamento de consumo ao redor do mundo. Quem são os clientes e consumidores? O que eles querem e como se constrói valor e relevância no mercado atual garantindo resultados de “customer profitability”?

Quem são: Cientistas, inventores, pesquisadores, clientes, fornecedores, intermediários e facilitadores. Clientes modernos que não são mais induzidos a comprar apenas pelo valor pago no produto ou pela marca do fabricante. Hoje em dia, são capazes  ver e comparar os benefícios e valores gerados por eles. Muito mais que isso, eles sabem o seu próprio valor na agenda da rede de inovação global. Compõem o super organismo, o grande “Cérebro Global” da inteligência coletiva da rede, onde cada um assume seu papel celular no sistema de sinapses. Em conjunto, chegam a soluções criativas face para a complexidade do mundo, e demandas de novas visões para a ultrapassada lógica industrial. São indivíduos “cosmopolitas digitais”, preocupados com o estado do mundo, solidários e empenhados no dar e doar para a  transformação da antiga lógica.

O que querem: Sistemas em Beta abertos para o aperfeiçoamento contínuo através do compartilhamento de idéias. Querem meios e caminhos para o diálogo, espaços para a construção de relacionamentos que permitam a expressão do seus cérebros ligados. Têm sede de transgressão e de idéias novas; novas visões, novas oportunidades, autonomia colaborativa  na criação do agora, desprendido do que passou. Eles querem fazer parte de uma rede holística, com reconhecimento do valor social voltado para o ser humano, não apenas para o consumo. E querem também participar da construção do conhecimento enquanto ajudam empresas e instituições a descobrirem o que se precisa para alcançá-los.

Como e Quando: 24/7, conectado, aberto, onipresente e abrangente, divulgado, compilado, comentado, compartilhado e recomendado. Iniciativas, marcas, bens e serviços inteligentes que atendam às vontades e necessidades de novas e surpreendentes maneiras, oferecendo experiências que apaixonem, que aproximem os amigos, para que juntos façam novas descobertas. Querem que o produto venha com espaço para avaliações, canais de recomendação para as redes sociais, recompensa para aprimoramento e compartilhamento das experiências; liquidações-relâmpago exclusivas, soluções de compra coletiva, consumo colaborativo e com georeferenciamento; personalizado e on-demand.

O mercado 3.0 substitui o antigo consumo – ato transacional de compra e venda – pela oportunidade de capitalização na incorporação do valor da expressão individual e do potencial criativo dos prosumers e trysumers. Acompanhando essa evolução, as empresas estão transformando a maneira como elas inovam – não só em termos de desenvolvimento de novos produtos e serviços, mas na forma como eles são criados, entregues, e abordados no mercado. A abertura para a colaboração dos fornecedores, distribuidores e clientes na co-criação de um valor único, é uma das mais efetivas táticas corporativa atualmente. Nesse mês vou compartilhar um Road Map para as empresas sobre como empreender nessa viagem.

Até breve : )


Empreender com #Crowdfunding é possível?

Posted by on segunda-feira, 6 dezembro, 2010

Este post é voltado em especial para os empreendedores, pessoas que empreendem por Oportunidade, por possuírem um sonho, uma nova idéia, mas não encontram maneiras de alcançarem seus objetivos e metas, devido à falta de coragem ou mesmo dificuldade em conseguir recursos financeiros, seja com a família, com amigos ou com a aprovação em processo seletivo em empresas de Venture CapitalCapital de Risco ou Seed Money – Capital Semente – com a apresentação de um Plano de Negócio que venha a demonstrar a viabilidade financeira do seu empreendimento.

Empreender com #Crowdfunding é possível? Quais são as iniciativas deste modelo no país?

Para compreender melhor o #Crowdfunding e a importância dele para o empreendedor, vamos fazer uma análise das modalidades de capital financeiro disponíveis para empresas e startups comparando os sistemas de Capital de Risco versus crowdfunding, seu alcance e cenário no mercado americano e brasileiro.

Capital de Risco é uma modalidade de investimento realizada por Fundos de investimentos (pessoas jurídicas) ou Angel Investor – Investidor Anjo – em empresas nascentes ou já em fase de colherem Lucros “gordurosos” em seus balanços.

Geralmente uma nova empresa, focando aqui as startups, que são modelo de negócios replicáveis e escaláveis diferenciando-se da empresa comum e em maioria do segmento de Tecnologia da Informação é quem mais necessita angariar este tipo de recurso financeiro, contudo para consegui-lo deverá passar por um criterioso e dificil processo seletivo, que para efeito de comparação parece mais concorrido do que um Vestibular em um curso como Medicina, Direito ou Engenharia.

Segundo dados levantados pelo 2º censo da Indústria brasileira de #PEVC – Private Equity e Venture Capital – realizado pela FGV, atualmente o Brasil possui cerca de 180 instituições de Capital de Risco, que de 2005 a 2009, no contexto do cenário do Empreendedorismo, alocaram cerca de R$ 36 bilhões (trinta e seis bilhões de reais) em 414 novos negócios mais os já investidos e apontados no 1º Censo, donde 70% dos recursos que foram investidos tem origem de empresas privadas – sendo em média 5% vindos de empresas de V.C, e 7% por meio da realização de competições de Planos de Negócios.

Interessante notar, que considerando que as startups ou empresas em estágio inicial, são os negócios que mais disputam estas competições, aproximadamente 1% do segmento de Tecnologia teve aporte desta modalidade de capital.

Assim como nos EUA, onde nos últimos 30 anos (conforme aponta a pesquisa GEM – Global Entrepreneurship Monitor – 2009), uma em cada mil empresas recebeu algum tipo de investimento de risco. O Fato é preocupante, pois se torna mais fácil ganhar um milhão de dólar na Loteria do que conseguir capital desta natureza. Apesar de poucas empresas nos EUA terem conseguido capital de risco nota-se o valor que estas representaram na economia do seu país, correspondente à 21% do PIB e a maioria em empresas de alta Tecnologia, totalizando U$ 2,9 trilhões que geraram mais de 12 milhões de postos de trabalho. Comparando os investimentos feitos em startups, em média nos EUA foram investidos U$ 4,2 milhões por cada startup contra U$ 420 mil dólares nas tupiniquins.

Uma alternativa que vem demonstrando ser eficaz e promissora para a obtenção de recursos financeiros a fim de viabilizar novos empreendimentos, é o modelo de negócio denominado de #Crowdfunding (para mais detalhes veja o post sobre o conceito publicado no Blog LabelDesafios ) ou Microfunding que conta com a participação em “massa” de pessoas realizando “investimentos” ou doações para financiar um projeto ou nova idéia e que tendem a revelar novas startups, numa modalidade onde o empreendedor não necessita participar nem concorrer aos exaustivos processos seletivos de Venture Capital ou Seed Money (não desmerecendo estes), e sim, conseguir apresentar com entusiasmo e feeling a sua idéia vendendo bem o seu Pitch.

Modelo este já comprovado e de sucesso lá fora, a exemplo de empresas como Kickstarter, Kiva, MyC4, GetInvolved que juntos nos últimos 2 anos movimentaram mais de U$ 200 milhões (duzentos milhões de dólares) em apoio ao empreendedorismo em projetos postados online.

Como na rede social que promete ser alternativa ao Facebook, criada por 4 jovens americanos que ao postarem a idéia no Kickstarter, com a meta de atingir em menos de 1 ano U$ 10mil, conseguiram cerca de 6mil doações com média de U$ 34 por pessoa, totalizando U$ 200,6 mil dólares, e recentemente o projeto Ipod que também atingiu mais de U$ 220 mil criando uma pulseira que transforma o IpodNano num relógio de pulso. Idéias estas que vem demonstrando a viabilidade do modelo de microfunding e ganhando repercussão mundial e também com destaque para empreendimentos sociais, como na Plataforma GetInvolved o projeto do jovem de 16 anos, Ryan”S Well Foundation que tem como mesmo nome a sua Organização, que como exemplo de vida, mostra que não é preciso de Inovação para fazer a diferença no mundo, mas sim, ATITUDE e PAIXÃO, e teve como mantra saciar a sede de milhões de africanos.

No Brasil as iniciativas em Crowdfunding são poucas ainda, alguns sitios como o Fair Place que funciona mais como uma comunidade online de micro empréstimos se aproximam, e Queremos.com.br, mas nos últimos meses vem sendo organizado um grupo pioneiro para discutir e difundir o modelo no país, o #Crowdfundingbr que também vem desenvolvendo um portal em código aberto com apoio de diversos profissionais do mercado.

O Grupo, e aproveito aqui para convida-lo a participar a fim de se manter atualizado neste novo conceito que promete muito para os próximos anos, conta com a participação de variados profissionais da área de investimentos, startups, competições de planos de negócios, entre empreendedores que já atuam nesta modalidade como SensoIncomum, Impulso.org, LabelDesafios e claro da própria #DekDu, que também entrará com tudo neste mercado com enfase em suas soluções de Plataforma de Projetos e de pagamentos online, DekPag que vem sendo desenvolvida exclusivamente para atender a essa nova realidade que ronda o cenário empreendedor no país.


Evolução das Redes Sociais

Posted by on sexta-feira, 29 outubro, 2010

Vejam a entrevista para a RIT-Rede de Inovação Tecnológica sobre Evolução das Redes Sociais.

Para saber mais sobre o tema escolhido pela RIT para a apresentação acompanhe os posts sobre ciclos sociais.


Faça sua vida valer a pena

Posted by on quinta-feira, 29 julho, 2010

Assistindo a esse video fiquei pensando no simbolismo de lançar a DekDu no dia dos pais, para todos os nossos franqueados que acreditaram no projeto, na proposta e no sonho de uma vida Kompleta.

É isso, a DekDu é como um filho muito aguardado que tem um belo futuro pela frente com certeza.

Fica portanto os nossos parabéns aos primeiros navegadores deste novo mundo. Venha você também conhecer nosso modelo de negócios e realização de sonhos.


DekDu – Inteligência Coletiva, Projetos, Talentos e Oportunidades

Posted by on terça-feira, 13 julho, 2010

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Inteligência ColetivaSegundo o filósofo LEVY, Pierre,  Inteligência Coletiva, infere que o conhecimento quando empregado em redes por um grupo supera os resultados do conhecimento individual, conceito que permite a edição e colaboração de trabalhos em grupo em tempo simultâneo. É uma teoria facilmente interpretada no axioma popular: “Duas Cabeças Pensam Melhor que Uma”.

A Plataforma de Projetos da DEKDU foi idealizada com aplicação da teoria de Inteligência Coletiva em sintonia com a “Lei de Unidades Coletivas” de UBALDI, Pietro (artigo escrito pelo Guilherme de Barros) que explica a divisão em redes organizadas e bem definidas que constroem a dinâmica de relacionamento e colaboração/cooperação no portal DekDu.

A própria DekDu nasceu da idéia de um Projeto, assim como todas as Startups, para se tornar realidade, e depois de algumas alterações no seu escopo inicial promove a divisão do portal em 4 Plataformas: Social, Comercial, Projetos e Edutenimento.

Os modelos atuais de Redes Sociais poderiam ser muito mais eficientes pois ainda “dificultam” a descoberta e aproveitamento dos talentos individuais e coletivos capazes de formarem de fato um tecido social inteligente. A busca na construção de redes totalmente distribuídas, ou seja, com centralidades frágeis, vai contra um padrão dos sistemas naturais que se organizam com centralidade, formação de famílias e individuação. Mas acreditamos que esta é uma fase de transição facilmente percebida quando analisada sobre a ótica de Prigogine em sua premiada Teoria de Estruturas Dissipativas e outras. Enfim, estamos nos adaptando a um novo modelo numa fase temporária de caos.

Na construção da idéia DekDu, trabalhamos com hipóteses de diversos modelos de negócios, errando e acertando, até acreditarmos ter encontrado o mais adequado e apto em atender a uma sociedade cada vez mais exigente, complexa e Prosumidora.

Empregando teorias sobre Administração, Gestão, Startups, Crowdsorcing – teoria que afirma que diferentes pessoas têm diferentes perspectivas sobre um mesmo tema, o que ajuda a inovar melhor, mais rápido e com custos menores – entre outras, vimos que tudo que estamos fazendo não teria sentido para nós se não disponibilizássemos uma Plataforma capaz de permitir o “trabalho” em grupo em prol da criação de novos produtos, serviços por meio de idéias inovadoras concebidas pelos próprios usuários no Portal, onde todos que se interessarem pela Plataforma, tiverem uma idéia que apresente diferencial e traga benefício para a sociedade, seja pessoa física ou jurídica poderão de forma Colaborativa, se aproveitando do próprio network criado na rede a fomentar idéias e projetos (worknets).

A Plataforma de Projetos da DekDu visa criar uma experiência nova e prática incentivando a construção e o desenvolvimento de idéias em 5 Fases : Concepção da Idéia e Formação do Conselho(1); Pesquisa e Viabilização(2); Detalhamento e Desenvolvimento(3); Avaliação(4) e Controle(5), integrada a um ambiente de sitio de relacionamento com solução em meios de pagamentos online e sistema de Lojas (Plataforma Comercial – na qual falaremos mais adiante nos próximos posts).

Projetos

O emprego correto da Inteligência Coletiva permite disseminar talentos e agregar valor em projetos criados,fomentando reais oportunidades e conselhos multidisciplinares que guiarão o andamento dos recursos financeiros captados e servirão de mentoreamento para uma gestão eficaz e eficiente da execução das atividades do Projeto relacionadas às suas demandas.

Resultados esperados:

- Permitir captação de recursos financeiros por meio da oferta de cotas dos Projetos pela adesão a idéias e soluções inovadoras de interesse social e comum avaliando os mesmos quanto aos graus de interesse, classificação e valores oferecidos;

- Trazer os usuários de sítios de relacionamento e empresas para o uso do ambiente colaborativo proporcionado pela DekDu incentivando a troca de experiência e descobrindo novos talentos com o uso de ferramentas inovadoras;

- Fomentar um processo de educação continuada por meio da Plataforma de Edutenimento,  a partir da troca de experiências multidisciplinar entre idealizadores, colaboradores e endossantes do(s) Projeto(s);

- Criar um forte relacionamento social e profissional que possa de forma colaborativa e racional dar respostas às diferentes demandas de uma sociedade heterogênea.

Caso queira colaborar, questionar, sugerir, comentar, indicar especialistas e / ou patrocinadores para os projetos, ajudando naconstrução de novas idéias e fomentando um espírito empreendedor, então não deixe de adicionar a Plataforma de Projetos quando criar sua conta, e no que precisar a DekDu estará à sua disposição.

Painel Projetos

Clique na imagem para ampliar


O Neuro e as moedas sociais

Posted by on sábado, 3 julho, 2010

Hoje tive uma reunião de duas horas com o presidente do PTSBrasil (Parque de Tecnologia Social Brasil), o Lutero Couto. Uma grande figura, torcedor do América Futebol Clube pra vocês terem uma idéia. Ele me pareceu entusiasmado e disse que “agora temos as ferramentas para colocar o Neuro em andamento”.

Para aqueles que não sabem a idéia do Neuro (clique no painel) é uma tirada sensacional nascida no Parque de Tecnologia voltada para a inclusão do princípio da vida na economia.

É curiosa a metáfora do Neuro tendo sua base de cotação na Melittin/Melitina (nome comercial da Apitoxina, produto da cadeia produtiva da Apicultura que representa a inspiração da Natureza em transformar o “arma de proteção das abelhas – seu veneno” em produto utilizado como fármaco natural substituto da cortisona, sem efeitos colaterais para o usuário).

Isso se deve à visão de que a moeda hoje em dia tem sido para a humanidade mais veneno que remédio e podemos mudar isso dando ao dinheiro uma finalidade muito mais social através de um novo paradigma sócio econômico. Quem sabe a história não irá grafar em seus livros que após o ápice do sistema capitalista a sociedade se reorganizou em torno do Solidarismo?

Para saber mais sobre moedas sociais e o problema monetário internacional não deixe de pesquisar sobre Hazel Haenderson (curiosamente uma das fundadoras do PTS) e o movimento The Money Fix.


Época Negócios: DekDu em sintonia com as novidades

Posted by on terça-feira, 22 junho, 2010

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Quero comentar com vocês alguns artigos da última edição da revista Época Negócios (Junho 2010 / n. 40). Vamos por ordem de relevância:

“As empresas erram” por Elisa Campos: ela entrevista Christopher Meyer que afirma sobre a importância futura das worknets.

Relação com a DekDu: pretendemos que nossa plataforma de projetos seja algo altamente inovador e base para a construção de modelos sócio-econômicos inéditos. As afirmações deste renomado consultor nos mostram que não só estamos no caminho certo como já estamos avançados neste caminho (veja foto da reportagem 1 2).

“Platéia ou Protagonista” por Oscar Motomura: nesta reportagem o colunista ele fala de uma das maiores preocupações dos CEOs que é gerar protagonismo entre funcionários.

Relação com a DekDu: mais uma vez estamos conectados à nossa plataforma de projetos e também à de edutenimento, gerando uma nova educação voltada para o protagonismo não só nas empresas mas sobretudo o Protagonismo Sócio Econômico. Por isso tratamos nossos usuários como PROSUMIDORES e não somente CONSUMIDORES. Prosumidores são PRODUTORES, CONSUMIDORES e sobretudo PROTAGONISTAS que sabem utilizar suas escolhas de produção e utilização. (veja foto da reportagem).

“Colaboração: o fim das ilhas de negócios” por Edson Porto e Álvaro Oppermann: neste encarte, em um dos artigos, falam sobre o Shift Index que inclusive foi tratado recentemente no blog ReadWriteWeb, uma de nossas maiores referências. Este relatório produzido em Harvard mostra o esgotamento do sistema unicamente apoiado nas regras do capital e indica a necessidade de um caminho de sinergia em plataformas colaborativas.

Relação com a DekDu: nossa plataforma de cooperação e projetos é realmente uma estrela. Acreditamos que ela será de grande utilidade não somente para empresas de todos os portes mas também para a sociedade civil e o poder público. Em breve apresentaremos um pouco mais sobre nossa plataforma de projetos. Aguardem! (veja foto da reportagem).

“A economia da biosfera” por John Elkington: neste artigo ele afirma que o passivo ecossistêmico das 3 mil maiores empresas de capital aberto do mundo já somam US$ 2,2 trilhões e que o impacto desta nova economia emergente deverá ser tão profundo quanto o da Revolução Industrial.

Relação com a DekDu: sempre estivemos de olho acreditando na emersão deste mercado. Durante todo o século XX, se intensificando absurdamente nos últimos 50 anos, a maior parte do capital humano foi direcionado para a industrialização. Uma era que deixou suas marcas. Para solucionar os paradoxos impostos por essa industrialização crescente será de fato necessário o surgimento de uma nova economia agora baseada em uma reestruturação sócio econômica ambiental. Nós queremos fazer esse bolo crescer e não somente pegar uma fatia dele. (veja foto da reportagem).


O Mundo do Sexto Sentido

Posted by on segunda-feira, 7 junho, 2010

The Sixth SenseO Sexto Sentido

Não, não é um artigo sobre o filme estrelado com o astro de Hollywood Bruce Willis, e nem teoria de Psicologia. Então o que é este Sexto Sentido?

O Sexto Sentido que abordarei aqui relata uma inovação no mundo da tecnologia que parece ser coisa apenas de cinema (assista ao filme Minority Report) e, para ser compreendida melhor é necessário compreender outras tendências.

Todos já devem estar ligados em como a tecnologia vem avançando de forma extraordinária a cada dia, um avanço que não para no tempo.

Você já ouviu falar de algumas das mais recentes tendências para os   próximos anos no mundo da Informação e Comunicação, como: Realidade Aumentada e Holografia.

Realidade Aumentada ou RA – simula ambientes físicos reais e aumentados num mundo virtual transmitido ao vivo por dados e gráficos processados por um computador,  projetados por mecanismos de visão como óculos em 3D translúcidos, a exemplo de vídeos ao vivo ou Cinema.

A RA mistura objetos do mundo real com o virtual que permite que o cibernauta possa por meio de sensores de movimento e toque interagir completamente com esse ambiente, mas sempre necessitando do uso de mecanismos de visão.

Tecnologia que vem sendo constantemente usada pela indústria do Entretenimento e estudada pela Medicina que com a realização de constantes pesquisas em RA percebeu a importância e potencial na mesma para realizar tratamentos em síndromes de pânico, traumas e/ou outras  psico-patológicas a pacientes que já sofreram algum tipo de trauma.

A Holografia, outra tendência, mas com aplicações já conhecidas no mundo cientifico da Física desde os anos 60 (sessenta), por muitos tidos como o futuro dos meios de comunicação digital, projeta o mundo virtual no mundo real em imagens em 3D, sem a necessidade porém de óculos 3D. Filme como Imagic – comédia sobre geeks – retratam esta possibilidade onde Objetos virtuais simplesmente ganham forma em profundidade no ambiente real.

Você acredita que estas tecnologias: Realidade Aumentada e Holografia são o futuro? Tente imaginar ou visualizar um mundo onde objetos reais como o livro sobre a sua mesa, sua xícara de café, caneta, ou qualquer outro objeto simplesmente começa a interagir com o mundo virtual de dados e tudo parece virar um Computador até mesmo numa simples folha de papel.

Então se prepare e conheça abaixo neste vídeo o jovem empreendedor indiano Pranav Mistry, apresentando o Sexto Sentido na Conferência do Ted Índia – que ainda informa que o código por trás do software do SixtSense será livre além de custo baixo.

Sugestão de links interessantes sobre:

Projeto Sexto Sentido

http://www.youtube.com/watch?v=gn2sLUJ-eLk
http://www.youtube.com/watch?v=1bqbZKnNR3k&NR=1
http://www.youtube.com/watch?v=xEQ9s8PRwW8&feature=related